Concordância
verbal: diz respeito ao verbo
em relação ao sujeito.
Ex: Eles estão muito bem.
Concordância
nominal: diz respeito ao substantivo e seus termos
referentes: adjetivo, numeral, pronome, artigo.
Ex: Eu não sou mais um na multidão capitalista.
Texto Dissertativo: é quando, por meio da
organização de palavras, frases e textos, apresentar ideias, desenvolver
raciocínio, analisar contextos, dados e fatos.
Ex: Grave problema presente no Brasil
é o baixo nível cultural da população devido à falta de leitura de boa
qualidade. Segundo o Pisa (Programa internacional de avaliação de alunos), que
verifica a capacidade de leitura do jovem, dentre os 32 países envolvidos na
pesquisa de 2001, o nosso ficou com a última colocação.
Um dos fatores que provocam a falta de domínio da leitura na avaliação brasileira é a escassez de livrarias: apenas uma para cada 84,4 mil habitantes. Porém, essa não é a única razão: o brasileiro prefere ler futilidades que pouco ou nada acrescentam ao seu intelecto a se dedicar aos grandes nomes da literatura.
Os políticos tentam suavizar a situação do semi-analfabetismo gerada pela falta de leitura com o discurso de que é perfeitamente normal que algumas pessoas alcancem o final do ensino médio sem saber expressar suas idéias por meio da escrita. Obviamente, é “perfeitamente norma”, visto que o sistema de repetência foi indevidamente abolido nas escolas públicas.
É imprescindível que a leitura no Brasil seja estimulada desde a infância e que o sistema de ensino sofra uma revisão. Nossa nação não pode aspirar ao desenvolvimento tendo tão deficiente capital humano.
Um dos fatores que provocam a falta de domínio da leitura na avaliação brasileira é a escassez de livrarias: apenas uma para cada 84,4 mil habitantes. Porém, essa não é a única razão: o brasileiro prefere ler futilidades que pouco ou nada acrescentam ao seu intelecto a se dedicar aos grandes nomes da literatura.
Os políticos tentam suavizar a situação do semi-analfabetismo gerada pela falta de leitura com o discurso de que é perfeitamente normal que algumas pessoas alcancem o final do ensino médio sem saber expressar suas idéias por meio da escrita. Obviamente, é “perfeitamente norma”, visto que o sistema de repetência foi indevidamente abolido nas escolas públicas.
É imprescindível que a leitura no Brasil seja estimulada desde a infância e que o sistema de ensino sofra uma revisão. Nossa nação não pode aspirar ao desenvolvimento tendo tão deficiente capital humano.
Crônica: é uma forma textual no estilo de narração que
tem por base fatos que acontecem em nosso cotidiano.
Ex: Minha
fascinação por ela é uma imensidão, é imensurável. E pensar que é formada na
mais tranquila e paciente espera. Foram necessários milhões de anos para
podermos desfrutar de algumas horas do dia; no meu caso, de um bom feriado.
Largo meus afazeres e presto somente atenção nela. O vento que vem de lá
traz-me uma felicidade que não encontro nesse lado de cá. Mesmo que seja por
pouco tempo, faço tudo para que esse tempo seja necessário, não para que
desfrute de tudo que ela ofereça, e sim para que eu sempre sinta vontade de
visitá-la. Sua voz é tão linda que tem concha que teima a imitá-la. Repare como
ela é completa. Sinto o quente da areia, o frio da maré que chega. Oferece-me
comida. Nunca me canso de falar dos ensinamentos da natureza. Tudo que vale a
pena deve ser cultivado na medida certa do tempo. O perfeito é criado sem muita
pressa, tornando-se duradouro. Que assim seja meu amor por ela. Quente
quando está perto, frio quando a saudade aperta. Alimentado por tudo que está
dentro dela. E que surja no tempo certo, para que possamos desfrutar na medida
certa por um tempo indefinido. Para que no final eu possa prestar somente
atenção nela.
Conto: é um texto narrativo centrado em
um relato referente a um fato ou determinado acontecimento
Ex: Ele
olhava para trás de tempos em tempos, tentando divisar na multidão por quem
estava sendo seguido. Do outro lado da rua, eu estava seguro que não ia ser
visto.
Eu olhei para trás exagerando o movimento. Sabia que isso deixaria meu
perseguidor tranquilo, achando que não estava sendo visto. Aproveitava os
reflexos das vitrines de lojas ocasionais para observá-lo do outro lado da rua.
Esse jogo terminava hoje.
Ele seguia por um caminho novo, diferente
do habitual. Não estava indo para o escritório e, muito menos, para a casa de
alguma das “habituais”. Meu único receio era que pegasse um táxi. Isso iria
dificultar as coisas para mim.
No meio de um caso eu percebi que estava sendo seguido. Tentei
continuar meu trabalho, investigando o sujeito e lidar com isso depois, mas
descobri que meu perseguidor estava fazendo perguntas ao meu respeito. Decidi
que seria melhor conseguir algumas respostas eu mesmo.
Quando recebi a ligação achei que seria
mais um marido pulando a cerca. A voz era feminina e tinha aquela rouquidão
chorosa. Achei irônico quando descobri que o sujeito também era um detetive
particular.
Quando parei a investigação, já tinha descoberto quase tudo sobre o
alvo: nome Marcos Arantes do Nascimento, 38 anos, pé-rapado, expulso da
polícia, largou a faculdade de direito, virou detetive particular. Irônico.
E perigoso, andava armado, suspeito de
desaparecer com alguns clientes caloteiros. Nada contra. Também odeio clientes
caloteiros.
Descobri que ele tinha mentido para algumas clientes sobre a fidelidade
dos maridos para estimular a infidelidade delas. Talvez tenha sido algum desses
maridos ou esposas que tenha me contratado para investigar o sujeito. Talvez
tenha sido algum deles que tenha contratado esse cara para me seguir. Não
importa, depois de hoje ele não seguia mais ninguém.
Um desses clientes inclusive era um velho
conhecido meu. A esposa tinha pedido para eu descobrir se ele andava visitando
outros galinheiros. Menti e acabei cantando de galo. Mundo pequeno. Por via das
dúvidas, também passei a andar armado. Marcos Arantes do Nascimento não nasceu
ontem.
Quadrinhos: Compõem o quadro dos chamados narrativos por
apresentarem características semelhantes à narração, como personagens, espaço,
tempo, sobretudo pelo enredo se caracterizar por uma sequência de ações.
Ex:

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